Nota aclaratoria

Ante o alarmismo levantado de forma irresponsável por agentes, lobbis económicos, grandes promotores e a dereita de partido na cidade, desde colectivos e pessoas aderidos ao manifesto “Polo Direito a Cidade” queremos manifestar que nom acreditamos o máis mínimo em determinados analises oportunistas e sesgados que sobre o urbanismo e o  PXOM estám a fazer aqueles que so pensam em chave de beneficios económicos ou réditos eleitorais.

Como temos feito público nos últimos días, as entidades sociais, culturais e vezinhais das que fazemos parte nom vam caer numha posiçom acrítica ante o PXOM proposto desde os grupos que governam e compartem alcaldía no Concelho da Corunha. Um PXOM que como ja plantejamos, desde o nosso ponto de vista, mantem importantes deficiencias no  que a gestom e proposta de modelo de cidade se refire. Entendemos que a nossa laboura, como parte da sociedade civil é exigir sempre melhoras, proponher pontos de vista  alternativos e presionar em todo o momento a quem gestiona o poder, tenha a cor política que tenha. E isso estamos a fazer.

Alem disso, nom podemos acreditar o máis mínimo nos discursos que de forma maniquea, estam-se a fazer desde e dereita política e económica (empresarios da construçom, lobbis económicos) da cidade, buscando deitar sobre a povoaçom umha política do medo, da alarma perniciosa, manipulando a informaçom e alterando o sentido de  determinadas figuras urbanísticas.

Nom acreditamos no modelo de cidade neoliberal que proponhem as forças liberais (politicas e económicas) da Corunha, baseando o seu plantejamento, na especulaçom desmedida, a densificaçom da construçom frente aos espaços públicos e a ausencia de rehabilitaçom.

Num momento chave como este para a cidade e o planeta, num marco de crise económica e incerteça ecológica, como grupos sociais, ecologistas, vezinhais, nom damos credibilidade ao modelo de cidade neoliberal.

Avogamos por umha cidade livre do paragidma da propriedade da vivenda como bem especulativo. Umha cidade verdadeiramente sostivel, com menor densificaçom e sem violencia inmobiliaria. Avogamos por umha cidade organizada em base ao tezido social e construida desde a participaçom.

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